Ídolos

A Pé de Vento tem em sua história alguns dos principais fundistas do Brasil. Atletas que conquistaram diversos títulos e até hoje são detentores de recordes nacionais e internacionais. Entre os principais atletas da história da equipe estão Arthur de Freitas Castro, Clair Antônio Waithier, Eder Moreno Filho, Luiz Antônio dos Santos e Ronaldo da Costa.

Feitos dos principais ídolos da Pé de Vento:

A imagem pode conter: uma ou mais pessoasArtur Freitas de Castro

Começou a correr pela Pé de Vento em 1986 e, neste mesmo ano, bateu o recorde juvenil dos 10.000 metros e 5.000 metros em pista. No ano seguinte, ganhou a medalha de bronze no Troféu Brasil de Atletismo Adulto nos 10.000 metros. Durante 1987 e 1988 foi considerado pela mídia como o melhor atleta brasileiro. Nestes dois anos, Artur só perdeu duas provas, façanha inédita até então e que lhe valeu, pela imprensa da época, o título “ Pé de Vento, sinônimo de vitória”.

 

 

 

A imagem pode conter: 1 pessoaClair Antonio Wathier

Chegou na Pé de Vento em 1989. Participou dos Jogos Abertos de Santa Catarina nas provas de 3.000m, com obstáculo, 5.000m e 10.000m. Venceu as principais provas do seu Estado natal, Santa Catarina, e também do Paraná. Em 1991 foi o sexto colocado na São Silvestre. Em 1993 venceu a Maratona de Brasília, com 2:21:40, recorde da prova. A carreira internacional de Clair se iniciou em 1990, quando foi convocado, pela CBAt, para representar o Brasil no Campeonato de Cross Country na França, e no ano seguinte, nos Estados Unidos. Em 1993, foi o oitavo na Maratona de Capri, na Itália. Em 1994 Wathier repetiu este mesmo feito em Turin, com a marca de 2:21:09. No inicio de outubro, do mesmo ano, Clair bateu seu próprio recorde e o da prova de Bueno Aires ao obter a marca de 2:14:02. Segundo seu treinador, Dr Henrique Viana, Clair Whatier se tornou, a partir de 91, muito mais conhecido na Itália do que no Brasil.

 

 

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Eder Moreno Filho

Entrou para equipe Pé de Vento em 1993. Sua chegada aos pódios internacionais foi mais lenta do que seus dois antecessores, porém não menos brilhante. Depois de um 5º lugar na 1º Maratona Internacional de São Paulo em 1995, a estrela de Eder começou a brilhar. Em 1996, chegou em 4º lugar na maratona de Cleveland, Estados Unidos, com a marca de 2:13´05”. Durante 96 a 98, suas marcas oscilaram entre 2:11´58”, em Londres, 2: 10`14”, em Tóquio e 2:09´49”, na maratona de Chicago, nos Estados Unidos. O ano de 1999 começou diferente. Eder venceu uma das mais conceituadas maratonas do Mundo: BEPPU-OITA, no Japão. Este feito lhe valeu a classificação para Olimpíadas de Sidney, Austrália. Mas foi nos Jogos Pan-Americanos de Winnepeg, no Canadá, que algo surpreendente aconteceu… Eder vinha em primeiro lugar na prova quando sentiu uma dor de barriga que o obrigou a parar. Instantes depois voltou a prova em último lugar e chegou em terceiro, surpreendendo a todos. Este feito lhe valeu a medalha de bronze no Pan-Americano de 99.

 


A imagem pode conter: 1 pessoa, close-upLuiz Antonio dos Santos

Também brilhou em provas internacionais. Sua primeira participação no exterior foi magnífica. Com o tempo de 2:13´14”, venceu a maratona de Chicago de 1993, e no ano seguinte conquistou o bicampeonato, nesta mesma prova, com o tempo de 2:11´16”. Em 1995, venceu a Maratona de Fukuoka no Japão, batendo o recorde Sul Americano. Ainda em 95, ganhou a única medalha do Brasil no Campeonato Mundial de Atletismo de Gottemburgo na Suécia. Em 1999, aos 35 anos, venceu a Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro.

 

 

 

A imagem pode conter: uma ou mais pessoasRonaldo da Costa

Entrou para equipe Pé de Vento em 1992. Vinha com alguns resultados, sendo o melhor deles o de 5º colocado no ranking de Juiz de Fora. Graças ao trabalho dedicado do Dr. Henrique Viana, Ronaldo, dois anos mais tarde, ganharia a maior prova de rua da América Latina, a São Silvestre. Em setembro de 1994, Ronaldo conquistou, pela primeira vez, para o Brasil, uma medalha em campeonatos mundiais em corridas de longa distância. Com a marca de 1:00´54”, ele ganhou o bronze na Meia-maratona de Oslo, na Noruega, estabelecendo novo recorde Sul Americano nesta prova. No início de 95, ele voltou a bater o recorde Sul Americano nos 10.000 metros de rua com o tempo de 27´52”, doze segundos atrás do recorde mundial de Addis Abebe. Em março, do mesmo ano, Ronaldo ganhou a medalha de bronze nos 10.000 metros do Pan-Americano de Mar Del Plata. Nesta mesma, época estabelecia o atual recorde de 15Km na corrida de Tampa na Florida. Vale acrescentar que Ronaldo da Costa e Luiz Antonio dos Santos, outro atleta Pé de Vento, foram considerados, pela Comissão Brasileira de Atletismo (CBAt), Heróis do Atletismo brasileiro em 2000.

 

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas e close-upFrank Caldeira

Mineiro de Sete Lagoas entrou na equipe aos 17 anos indicado por um atleta da equipe na época, Willian Pires, foi quem descobriu o jovem talento quando em seus treinos, Frank sem técnica o acompanhava nos dias de seu treino. Foi apresentado ao Dr. Henrique e passou a integrar a equipe Pé de Vento e veio morar na cidade Imperial, Petrópolis.

Com apenas 3 anos de treinamento, tornou-se um dos melhores atletas do país tanto na categoria juvenil, quanto na adulto, foi recordista brasileiro na categoria sub20, conquistou a medalha de ouro no campeonato Ibero Americano na Jamaica, venceu a Maratona Int. de São Paulo com apenas 21 anos de idade, conquistou por três vezes a Meia Int. do Rio de Janeiro, venceu a Corrida Int. São Silvestre em 2006, foi medalha de ouro na Maratona dos Jogos Pan-Americanos Rio 2007 e foi atleta olímpico em duas edições Pequim CHI 2008, Londres ING 2012.